Óvulo Vaginal para candidíase, vaginite e vaginose com Probióticos e Óleo de Coco

Óvulo Vaginal para candidíase, vaginite e vaginose com Probióticos e Óleo de Coco

CÓDIGO: 506

O óvulo vaginal é feito com gelatina, óleo de coco e probióticos (lactobacilos) - possui forma anatômica e deve ser introduzido na vagina. Este óvulo tem o objetivo de restabelecer o equilíbrio da microbiota (microorganismos) para melhora da saúde vaginal.

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Descrição

Detalhes

Sim, as mulheres possuem uma microbiota em sua vagina. Ou seja, não é só no trato digestivo que bactérias e outros microrganismos habitam. E quando há um desequilíbrio neste ambiente você pode sofrer com isso, como por exemplo, o desenvolvimento de vaginose (infecção vaginal geralmente pela bactéria Gardnerella Vaginalis), vaginite (também infecção bacteriana na vagina, porém com o agravante de ter também inflamação no local) ou a temida candidíase - uma infecção vaginal por fungos que também decorre de um desequilíbrio na vagina.

Repovoar com bactérias boas e criar um ambiente propício para elas voltarem a se desenvolver bem é um caminho que você deve considerar, este é o propósito dos óvulos vaginais com probióticos da Sempre Viva. Outros tratamentos populares que usam antibióticos ou antifúngicos podem ser muito agressivos e resolvem sim imediatamente o problema, porém acabam matando também os microorganismos benefícios e os sintomas associados à infecção acabam surgindo novamente depois de algum tempo, pois estes tratamentos não buscam o reequilíbrio da microbiota saudável.

Indicações do Óvulo Vaginal com Probióticos:

• Infecções na vagina: vaginoses ou vaginites por trichomonas, vaginite bacteriana e a candidíase;
• Melhora dos sintomas associados à infecção do trato genital feminino, como coceira e sensação de queimação;
• Reequilíbrio da microbiota saudável na vagina, colonização de microorganismos benéficos ao aparelho genital feminino.

Uso de probióticos para a saúde vaginal

O consumo de probióticos se popularizou e se tornou uma forma de melhorar a saúde digestiva. De fato, a saúde gastrointestinal está interligada com todo nosso organismo e ter uma alimentação variada, saudável, com o mínimo de alimentos industrializados, açúcar e carboidratos refinados - também beneficiará a saúde genital feminina.

Mais recentemente, pesquisadores começaram a observar os benefícios dos probióticos usados diretamente na vagina. Algumas cepas (tipos de probióticos) parecem ajudar a prevenir e tratar problemas de desequilíbrio vaginal como vaginites, vaginose e a candidíase.

Microbiota vaginal

Existem mais de 50 tipos diferentes de microrganismos habitam a vagina. Muitos desses organismos são um tipo de bactéria chamada lactobacilos. Essas bactérias ajudam a manter a vagina saudável e livre de infecções.

A falta de lactobacilos e o crescimento excessivo de algum outro micróbio podem causar um desequilíbrio na vagina, a disbiose vaginal. Esse desequilíbrio pode ocorrer por vários motivos, inclusive quando uma mulher:

• Ter relações sexuais desprotegidas com um parceiro masculino, não saudável;
• Não manter bons hábitos de higiene, ou fazer higiene excessiva com sabonetes perfumados e duchas que alteram o pH natural da vagina e criam ambiente propício para o desequilíbrio da microbiota;
• Sofrer alterações hormonais;
• Estar período menstrual;
• Uso de antibióticos;
• Alimentação com excesso de industrializados, carboidratos refinados e açúcar - o que acarreta a disbiose intestinal (desequilíbrio dos microrganismos que habitam o trato intestinal), que por sua vez pode desencadear a disbiose vaginal.

O desequilíbrio na microbiota vaginal pode resultar em:

• Odores fortes na região, como odor de peixe;
• Corrimento;
• Desconforto;
• Sensação de ardor ao urinar;
• Coceira na região genital.

Infecções genitais mais comuns em mulheres

Candidíase

Existem muitos tipos de fungos que vivem no corpo humano. Um deles é a cândida, que é um tipo de levedura que normalmente vive em pequenas quantidades em locais como boca, pele, trato intestinal ou vagina sem causar problemas.

Mas quando o ambiente está em desequilíbrio, bactérias boas morrem e abrem espaço para o super crescimento da cândida - dando origem a Candidíase.

Os sintomas iniciais normalmente são coceira e corrimento parecido com queijo branco.

Este super crescimento de fungos é chamado também de Síndrome Fúngica.

Uma pesquisa conduzida em 2015 comparou mulheres com infecções fúngicas crônicas que foram tratadas por quatro meses apenas com medicamentos antifúngicos e aquelas que tomaram supositórios probióticos junto com o tratamento.

Um ano após o início do estudo, as mulheres que receberam o tratamento probiótico eram quase 20% menos propensas a contrair outra infecção por fungos, em comparação com aquelas que tomaram apenas medicamentos antifúngicos.

Vaginose ou Vaginite bacteriana

Aqui, certas bactérias nocivas crescem o suficiente para superar as bactérias saudáveis ​​como lactobacilos. Você pode notar um cheiro de peixe, especialmente após o período ou após o sexo , juntamente com uma secreção cinza-esverdeada.

É a infecção vaginal mais comum em mulheres em idade fértil.

Em um estudo de 2020, mulheres que terminaram recentemente o tratamento com antibióticos para vaginose bacteriana receberam supositórios vaginais com probióticos duas vezes por semana. Após 12 semanas, as mulheres tratadas com os probióticos sofreram 15% menos recorrência de vaginose bacteriana se comparada àquelas que não receberam o tratamento.

Importância do óleo de coco para a saúde da vagina

Além de probióticos, a composição do óvulo vaginal da Sempre Viva conta com o óleo de coco.

Pesquisas indicam que o óleo de coco virgem funciona como uma barreira, contém propriedades hidratantes, antifúngicas e antibacterianas, além de ser bastante seguro em seu uso.

É um excelente lubrificante para a prática sexual.

Os óvulos da Sempre Viva ainda contém em sua composição o extrato de calêndula e acalma a pele da região e óleo de melaleuca que possui propriedades antisépticas, antifúngicas, antibacterianas e antiinflamatorias.

Composição:

Lactobacillus Acidophilus 10 bilhões
Lactobacillus Rhamnosus 10 bilhões
Óleo de Melaleuca 1%
Extrato Glicólico de Calêndula 1%
Óleo de Coco 10%
Base para Óvulo 1 OVL

Não é necessário manter os óvulos na geladeira, pois os lactobacilos utilizados são liofilizados e graças a nossa tecnologia de probióticos revestidos, garantem que eles cheguem vivos e possam colonizar a vagina, melhorando a microbiota.

Posologia:

Utilizar em ciclos quinzenais. Após o ciclo menstrual utilizar 1 óvulo por dia por até 15 dias. Se necessário utilize novamente os óvulos após o próximo ciclo menstrual.

Modo de usar:

Lave bem as mãos antes da aplicação do óvulo vaginal.
Aplique à noite, antes de deitar-se. Introduza o óvulo profundamente na vagina.

Dica da Farmacêutica:

Não se esqueça de aliar hábitos saudáveis à sua rotina diária:

• Alimentar-se bem, evitando alimentos industrializados, carboidratos refinados e açúcar;
• Prática regular de exercícios físicos;
• Dormir bem e cuidar da mente.

Tratamentos individualizados trazem melhores resultados, procure um nutricionista funcional - ele vai te ajudar nas escolhas alimentares corretas.

E se você tem constantemente infecção na vagina ou candidíase é preciso investigar a causa - consulte seu ginecologista de confiança.

Referências:

Bradshaw, C. S., & Brotman, R. M. (2015). Making inroads into improving treatment of bacterial vaginosis - striving for long-term cure. BMC infectious diseases, 15, 292. https://doi.org/10.1186/s12879-015-1027-4

Cribby, S., Taylor, M., & Reid, G. (2008). Vaginal microbiota and the use of probiotics. Interdisciplinary perspectives on infectious diseases, 2008, 256490. https://doi.org/10.1155/2008/256490

Cohen, C. R., Wierzbicki, M. R., French, A. L., Morris, S., Newmann, S., Reno, H., Green, L., Miller, S., Powell, J., Parks, T., & Hemmerling, A. (2020). Randomized Trial of Lactin-V to Prevent Recurrence of Bacterial Vaginosis. The New England journal of medicine, 382(20), 1906–1915. https://doi.org/10.1056/NEJMoa1915254

Pendharkar, S., Brandsborg, E., Hammarström, L., Marcotte, H., & Larsson, P. G. (2015). Vaginal colonisation by probiotic lactobacilli and clinical outcome in women conventionally treated for bacterial vaginosis and yeast infection. BMC infectious diseases, 15, 255. https://doi.org/10.1186/s12879-015-0971-3

Evangelista, M. T., Abad-Casintahan, F., & Lopez-Villafuerte, L. (2014). The effect of topical virgin coconut oil on SCORAD index, transepidermal water loss, and skin capacitance in mild to moderate pediatric atopic dermatitis: a randomized, double-blind, clinical trial. International journal of dermatology, 53(1), 100–108. https://doi.org/10.1111/ijd.12339

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